Eflúvio Telógeno: O Que É?

O que é eflúvio telógeno

Várias doenças do couro cabeludo podem levar à queda de cabelo. O eflúvio telógeno, por exemplo, acelera o ciclo biológico do cabelo. Assim, três a quatro meses após um estresse (físico ou emocional) ou uso de determinados medicamentos – nesses casos pode-se tentar trocar a medicação –, cerca de 40 a 60% (ou mais) dos fios adentram a fase de queda. Entretanto, na maioria das vezes isso é reversível.

Muitas pessoas estressadas tomam remédios em excesso. Antidepressivos podem desencadear o eflúvio telógeno. É difícil determinar até que ponto a perda capilar se deve ao estresse, à depressão, ou à medicamentos ingeridos.

Quimioterapia e queda de cabelo

A quimioterapia interrompe a reprodução das células cancerosas, porém, a raiz do cabelo é composta por células que se reproduzem constantemente visando produzir novos fios. Assim, a substância quimioterápica suspende a função da raiz capilar, e consequentemente o cabelo cai.

O caráter reversivo dessa queda é variável. Embora seja algo raro, existem quimioterapias tão intensas que acabam matando as raízes capilares, tornando a perda capilar irreversível. Contudo, no geral ocorre a reposição total dos fios.

Tratamento para calvície

Todas as doenças hereditárias, como diabetes, hipertensão, e colesterol alto, possuem tratamentos ad eternum, ou seja, para sempre.

Se tratando de pacientes jovens, de 14 ou 15 anos, não se deve iniciar o tratamento com Finasterida, e sim com medicações mais amenas. Já considerando um adulto jovem de 25 ou 30 anos, após identificar o grau de calvície dele, ele poderá receber medicações mais potentes. Posteriormente, a manutenção do tratamento pode ser realizada com produtos mais brandos, porém, ela deverá ser mantida pelo resto da vida.

Há mulheres com 25 a 30 anos que chegam com grande rarefação capilar e desesperadas aos consultórios dermatológicos, portando uma pilha de exames (sendo que a esmagadora maioria deles apresenta resultados normais) e de medicamentos.

O médico deve explicar detalhadamente o diagnóstico para que a paciente compreenda-o. Posteriormente, ela deverá seguir uma rotina de tratamento – em grande parte dos casos o problema é não cumpri-la à risca.

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