A Silveirinha

Júlia Lopes de Almeida

Crítica

 A Silveirinha é uma ofensa à sociedade e à Igreja Católica. Frei Pedro Sinzig, 1923.

 A Silveirinha, quando publicado em folhetim no Jornal do Comércio, suscitou escândalo, reclamações, amuos de senhoras, e , mesmo, certa animadversão em círculos da igreja... Afonso Lopes de Almeida, 1943.

 A simplicidade, tão rara sempre, e ainda mais no tempo em que escreveu, é a sua qualidade dominante. Lúcia Miguel-Pereira, 1950.

 Júlia Lopes de Almeida representa, talvez, o ponto mais alto do nosso romance  realista e, apesar da língua algo lusitanizante, não perderia no confronto com Aluísio Azevedo (vítima do mesmo mal). É ela um dos nossos romancistas do passado a exigir urgente releitura e reavaliação. Wilson Martins, 1978.

 Júlia Lopes não suporta os preconceitos estreitos, ridiculariza as carolas em todos os seus livros assim como as crendices ...

A Silveirinha é um romance acidamente crítico em relação ao clero e às damas da alta sociedade. Norma Telles, 1987.

 Como conseqüência do recente interesse pela crítica literária feminista no Brasil, temas como os abordados por Almeida, por muitos anos ignorados pela crítica acadêmica, se encontram agora no centro do debate crítico. Darlene J. Sadlier, 1992.

 A grande aceitação e popularidade da obra de Júlia Lopes de Almeida apresentam um desafio especial: o de repensar a decodificação de sua obra dentro de uma perspectiva crítica atual. Peggy Sharpe, 1994.

 

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