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Transparências da Memória/Estórias de opressão |
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| Angélica
Soares. Transparências da Memória/Estórias de
opressão - (Diálogos com a poesiabrasileira
contemporânea de autoria feminina). Florianópolis: Ed.
Mulheres, 2009. R$ 38,00. Sumário PREFÁCIO QUESTÕES E
QUESTIONAMENTOS VISIBILIZADOS NO MEMORIALISMO POÉTICO 1- ILIMITÁVEIS DA MEMÓRIA 1.2 Adélia Prado: subjetos de memória infensos à demolição 1.3- Marly de Oliveira: “a fértil realidade destes longes” 1.4- Helena Parente Cunha: “as incontidas ondas da memória” 1.5 Astrid Cabral: “à véspera da própria história” 1.6- Arriete Vilela: a memória e o poeta, um “irrenunciável amor” 1.7- Renata Pallottini: “até que espaço e tempo se penetrem” 2- QUESTÕES IDEOLÓGICAS DE GÊNERO
E CONSCIÊNCIA POÉTICO-REMEMORATIVA DA EXCLUSÃO HISTÓRICA DAS MULHERES 2.2 – Ideologia e gênero, segundo Teresa De Lauretis 2.3 – Enredos adelianos para o tema da opressão feminina 2.4 – Lições jacinthianas de clausuras e resistências 2.5 – Armadilhas e demolições astridianas
3.2 – Fragilidades e naufrágios
do sujeito 3.3 – Myriam Fraga e Lara de Lemos: as marcas amargas riscadas na pele 3.4 – Lya Luft e Hilda Hilst: desconstruindo as oposições binárias 3.5 – Marly de Oliveira: entre o sentir e o alcançar 4- RECONSTRUINDO A SOLIDÃO INFANTIL 4.2 – Marly de Oliveira: “(Nenhuma pergunta ousada!)” 4.3 – Lya Luft: as “longas tiras de medo” que “a velhinha do Tempo tricotava” 4.4 – Neide Archanjo: os ofícios temerosos de resguardo infantil da morte
5.2 – Sinais do envelhecer nas dicções de Adélia Prado e Diva Cunha 5.3 – Há uma idade para a
velhice? Referências poéticas
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